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14/08/2015

ÍMPAR


Redenção - Porto Alegre
Dezessete modos de pensar pensar pensar.

12/09/2014

BERLIM



Depois de 25 anos, semana passada voltei ao Hermes Bar. A escada que presenciou meus passos eufóricos rumo ao porão em que ouvi o melhor som de todos os tempos continua lá. Desta vez, fui ouvir acordes que meu ouvido jovialmente radical não me permitia escutar. Muitas vezes olho tanto para dentro de mim, numa tentativa de compreender minha relação com o mundo, que acabo não enxergando o que paira à minha volta. Em outros momentos, consigo ser capaz de abandonar a rigidez e saborear o presente. Obrigada a quem me acompanha nesta jornada e me dá a oportunidade de partilhar o viver.

03/08/2008

QUARENTINHA


Meus monstros estão ficando todos coloridos e divertidos.

15/07/2008

MEMÓRIA



















Cartaz/inscrição em um muro de um colégio público perto de casa.

E a minha guerra, quem esquece?

10/06/2008

SOBREVIVENDO

Arredores de casa: a pracinha

A quitanda

Um muro

Outro muro


"Dia de pedra
sol de pedrasilêncio de pedraMorreram os cavalos na montanhamorreram as árvores na caltu não morreste
(...)"
(Ritsos, de Notas à margem do tempo [Simeióseis stà Perithória to Xrônou], 1938 - 1941. Tradução: José Paulo Paes)


Depois de 3 dias, hoje saí às ruas. Não devo estar tão triste, porque olhei o céu e o sol e me senti muito mais feliz que há anos atrás, quando odiava este mesmo lugar, o lugar onde eu moro.

Aquela pracinha onde nunca parei para ler um jornal me pareceu bela. A quitanda, da qual eu não sou mais freguesa por achar que a dona maltrata os meninos da rua, me pareceu sulplicar uma foto.

Os muros, com frases tão banais, talvez confirmassem a importância do dia de hoje. Não por ser hoje, mas por ser mais um dia.